5 de junho.

Junho 5, 2011 at 23:57 (Uncategorized)

São Paulo, 05 de junho de 2011.

Pensei em tudo o que fiz e no que se incidiu na minha existência, em meio estes questionamentos, compreendi que tudo aquilo que sonhava ou no que acreditava pouco havia eu conquistado.

Talvez por medo, comodismo ou pela titubeante idéia de apenas acreditar.

O fato que na maioria das vezes, meti os pés pelas mãos, o olfato virou paladar, a visão apresento-se o como o tato.

Talvez só tenha despertado, quando todos os sentidos que tinha, passou a não fazer sentido nenhum!

Foi nesta fresta que surgiu na alma, abrangi o declínio que mim encontrava. A partir dai ,que decidi buscar ajuda, talvez não do mundo, mas a minha por mim mesmo.

Não passou a ser só meu peito, que clamava por ajuda, passou a ser eu como um todo.

Antes, que eu pudesse desmoronar, vi todas as alternativas que me tinham e grifei logo esta : Fazer tudo aquilo que não fiz ao longo dos meus 20 anos.

Parei e olhei em volta, e vi que o relógio não parava.

Foi neste momento, que decidi escrever colocar para fora tudo que estava cravado em meu peito por uns 9 ou 8 anos.

E o que você tem haver com isto? Completamente tudo e nada ao mesmo tempo, é que por mais que nós decidimos falar, tem coisas que é sempre bom manter em segredo.

 

É o que fiz até agora, e você o que tem feito? Tem vivido dos seus sonhos? Ou vivendo apenas para eles? Já viveu um grande amor? Ou apenas tem o dom de escrever sobre eles? Será que sabe amar? Ou acha que já amou? Como anda sua vida agora? O que tem feito dela?

Tantas perguntas, tantas respostas. E você supostamente se pergunta:

E quem é ela para querer saber?

Mas como você diz: E desde quando você acha que sabe melhor de mim, do que eu? Existem tantas

coisas que eu vivi que você nunca viveu.

E no meio desta, apenas uma eu queria saber. Como vai seu coração agora?

Porque? Será que você sabe, o que é sonhar com uma pessoa por 8 anos, faltar-lhe o ar, bambear as pernas, o coração querer saltar pela boca quando se chega perto dela, saber boa parte da vida da sua vida e não fazer parte da sua história? Sonhar, sentir e não se sentir bom o suficiente para ela?

É assim, que me sinto em relação á você.

O que eu sei sobre você, é o que outros falam, o que você se permiti mostrar por suas palavras e letras. Mas será que tudo isto é verdade? As vezes me pergunto quem realmente é você. Além do cantor, do escritor, do instrumentista, daquele nos palcos, atrás das caras e bocas das fotos, que é você por dentro. É este mistério , que me fascina, quem é você além dos trejeitos e classificações a quem eu tanto queria conhecer.

Aquele que imaginei por boa parte da minha vida.

 

Você já se sentiu perdido? Oco por dentro? Tendo milhares de pessoas a sua volta e mesmo assim se sentiu sozinho?

 

Não desejou ter com quem conversar sobre seus medos, sonhos e conquistas? Alguém que te enxergasse além do que você é por fora, ou o que tem para oferecer? Você nunca quis alguém que te olhasse bem dentro dos olhos? Que te enxergasse além das imperfeições e mesmo assim te achasse perfeito?

Alguém para dividir tudo? Alguém que só de bater os olhos sabesse realmente do que precisa? Alguém para escutar seu coração batento? Dividir um copo de leite quente naquelas noites frias onde não precisasse falar nada, onde o silêncio e as trocas de olhares diriam tudo. Alguém que te rompesse o ar?

É exatamente assim que me sinto.

 

Não estou aqui pedindo nada, ao menos nem sei se isto chegará em suas mãos, mas foi assim que decidi buscar boa parte da minha cura. Colocar para fora tudo o que guardei por tanto tempo.

Somente eu sei como me sinto, quais são meus medos e sonhos.

 

Em breve, chega mais um dia dos namorados, não me queixo por não ter um, á mim este dia soa bem mais complexo do que um dia de receber presentes, ver fotos de casais sorrindo, ver declarações de amor.

Isto para mim é consequência de um sentimento o amor. E este o qual queria viver e sentir, o que me tomasse em um só golpe, o que procurei por toda vida.

Este, o que muitos viveram e nem sei o que é.

E apenas isto, que eu queria dividir com você, por todas as razões do mundo ou nenhuma para você.

”Ninguém sabe classificar uma solidão, uma lágrima, um vazio, uma dor exceto que a sente. ”

Nunca fiz sentido algum, supostamente nunca quis provar algo para ninguém, sempre só quis viver .

É só mais uma noite fria, nesta que por mais que você veste algo quente, seu coração sempre permanece gelado e sozinho, como muitos outros por ai . ”

Att

Permalink Deixe um Comentário

Sometimes I still miss you.

Abril 30, 2011 at 0:37 (Uncategorized)

Mais tarde ou mais cedo, todos nós sentimos a mesmas dores. Mesmo que seja por motivos diferentes.  
 
O erro está na nossa alma, e cada descuido é um curativo para as mais-de-mil chagas que se espalham por sua superfície.  
Descobrir-se imperfeito, defeituoso e incapaz (e escrever sobre isso) é o que me impede de desmoronar.
Essa obra inacabada que todos somos precisa de andaimes, estacas e apoios para se manter de pé.  
 
 é o que tenho tentado até aqui.
 
….
 
 
 
Não sei bem se ainda respiro, e somente  meu travesseiro é testemunha, do quanto chorei mais que um rio.
Aparentemente minha fé, meus sonhos se foram junto contigo.
Ainda não sei quando chegaria o dia, em que cicatrizem as feridas.
Já não sei quem sou.Não sei aonde vou. Ainda me sinto perdida.
 
 
Todo mundo é capaz de dominar uma dor. Exceto quem a sente…

Permalink Deixe um Comentário

A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a vida inteira, o amor não.

Abril 10, 2011 at 20:24 (Uncategorized)

As mudanças causam dores, a distâncias provocam saudades, mas nunca o esquecimento. E este é meu fardo.  

No entanto, as nossas situações, mesmo nuas de significado, mesmo ceticamente analisadas com a frieza de um cirurgião, teimavam em rabiscar sorrisos falsos na minha cara. Sorrisos que não saíam em água corrente. Mesmo assim, tenho vivido ao pé da letra o ‘dia-após-o-outro’, jamais adornando os dias com os meus costumeiros exageros que conheço bem. É difícil manter os pés no chão enquanto a mente voa.

Talvez eu pedisse pra minha vida ser sempre uma via de duas mãos; talvez eu quisesse dormir e acordar balbuceando reciprocidade, só pra variar um pouco. Talvez eu quisesse que fôssemos bons um para o outro e não somente o outro pro um. Acho que gostaria de perder mais tempo contigo, seria bom perder a noção dele também.

 Queria que você quisesse saber quem eu sou além da casca, por dentro, lá no fundo. E então eu te contaria o que quis sempre ser , e o quanto lembro das músicas e das dores que me causam quando lembro de você e que várias vezes quis ouvir tua voz mas não liguei. E te diria que o meu peito ainda dói, mas que ele sabe amar. Queria que você não tivesse medo de me dizer quem é além do supérfluo e que parasse de fazer as coisas só porque quer agradar os outros. Queria te ver perdendo o controle um pouco, queria que você se perdesse um pouco mais em mim.

Queria que por um instante, achasse uma resposta para todas as outras perguntas . Queria pode ter dito fica, quando você se foi. Queria que juntos poderiamos ter tomado alguma decisão, não os outros.

Descobrir-se imperfeito, defeituoso e incapaz (e escrever sobre isso) é o que me impede de desmoronar. Essa obra inacabada que todos somos precisa de andaimes, estacas e apoios para se manter de pé. Embora, eu sempre acho que sonhar é preciso, e  talvez isto que mantenha viva.

Eu faria uma lista de desejos bastante sucinta, mas não sei se qualquer pessoa conseguiria captar a complexidade item por item. Eu não teria muitas coisas pra pedir, nunca precisei de quantidade pra ser feliz.

” Queria vincular teu nome a um pronome possessivo. Talvez ainda te quisesse um pouco aqui. ”

Permalink Deixe um Comentário

entre todos, sejam quais forem, és o mais doce, e me dói poe sê-lo.

Março 17, 2011 at 0:44 (Uncategorized)

O tempo passa numa velocidade que acredito que ninguém seja capaz de acompanhar.  Justamente, por medo disso, tratei de despir meus sentimentos de poesia. No entanto, as nossas situações, mesmo nuas de significado, me fere a alma. O tempo foi dividido em fatias, totalmente desiguais.  Me sinto impotente ás mudanças por mais que queira não faço nada para mudar .

Eis que fecho mais um etapa da minha vida, classificada como tantas outras: sonhos, decepções, desilusões e tudo mais o que couber. Cai , pensei que jamais iria levantar e sobrevivi. Aprendi, apesar das cicatrizes que ainda tenho no corpo. E aqui estou, para umas doses cavalares a mais do que me for permitido, e da qual em me permitir e querer viver.Muito não foi do que quis, outras foi bem mais do que me permitir, mas não me arrependo de nada.

Deixo minha ébria adolecência para trás, apesar de demorar para assimilar as transformações, as determinadas situações que só o tempo se encarrega de tratar. Não me arrependo de nada, apesar de que poderia ter feito muito mais, mas já foi e nada pode ser mudado, mas sim modificado.

. A vida é feita de etapas. É como um ciclo, onde tudo acontece. É um turbilhão de emoções, sentimentos, sensações, desejos. Cada fase por qual passamos, nos traz novas descobertas, novas alegrias, novos desafios. E viver cada etapa com todas as energias é o que dá o gosto doce da vida, é o que nos dá a alegria de existir, a vontade de vencer. A parte difícil mesmo, é quando temos que nos despedir de uma fase, dizer adeus a tudo aquilo que passamos. Começa quando deixamos o colo da mamãe, e nos aventuramos a descobrir o mundo com nossas próprias pernas (ou então mãos e pernas). E tudo é sempre novo, cada cheiro, cada textura, cada sensação.

È preciso sabermos quando uma etapa chega ao fim, precisamos saber dizer adeus ao que fica para trás, e sorrir com esperança para o que chega. Para ao fim de tudo, podermos olhar para trás, e dizer que nada foi em vão, e que cada segundo foi especial e eterno.

Doí dizer Adeus á infância, fere sair da adolecência, mais o que mais fere é saber que nada volta atrás, que abre uma etapa para a fase adulta, e se lacra a adolecência onde nada jamais será igual . Hoje deixo meus 19 anos, e  me entro rumo aos 20 em um ciclo que não sei o que me espera, aonde o tempo e a vida irão me ensinar, onde só me resta viver, aprender e continuar lutando mas agindo desta vez. Não prometo nada, mas tentarei fazer tudo valer a pena , e dar o melhor de mim..

Como diz uma amiga:

I’m not a girl, not yet a woman. All I need is time.  A moment that is mine.  While I’m in between.

Fere de leve a frase… E esquece… Nada Convém que se repita…
Só em linguagem amorosa agrada. A mesma coisa cem mil vezes dita.

Sempre fui assim, frágil , sonhadora , sempre acreditei demais e digo não deixarei jamais de ser, não importa o tempo e que digam as pessoas. Acredito nos sonhos, que um dia acharei meu principe e vou seguir sempre acreditando.

” Entre todos, sejam quais forem, és o mais doce, e me dói poe sê-lo. ”

Permalink Deixe um Comentário

Arritmia,

Março 10, 2011 at 0:32 (Uncategorized)

 Pensei ter o discernimento do esquecimento, que a ausência diminuiria as lembranças, mas me equivoquei. Assim como o vento apaga as velas, mas atiça as fogueiras.”

 ‎”Meu problema é saber demais, é reconhecer cada um dos teus sinais, por mais sutis que sejam ou que você ache que sejam. Meu problema é um dia te escutar dizendo uma coisa, enquanto leio todo o teu rosto me dizendo outra.”
Queria poder dizer, que o tempo não comprou passagem de volta. Que teria apenas lembranças e não saudades .

Ponto pra você, e pela leve arritmia que me causa… Às vezes… Bem de vez enquando.
E quase sempre, eu não queria… me sentir mais assim.

” Mas o tempo, ainda não te apagou em mim.”

Permalink Deixe um Comentário

Seria,

Fevereiro 23, 2011 at 23:07 (Uncategorized)

Acreditei que com a distância ou o insolene tempo, a memória seria capaz de apagar certos sentimentos. Mas me estarraquei ao chão.  Tem sentimentos que não são fáceis de esquecer.  Nossa vidas seguem caminhos totalmente diferentes, mas de fato não quer dizer que em algumas destas ruas, estes não se encontrem de novo.

Com o tempo aprendemos, e algumas dores que antes me pareciam inculráveis, hoje já não são tão um tormento. Hoje falamos de coisas , que atá então pareciam incapaz de se pronúnciar, hoje falamos com certa cautela, ainda mantendo algumas coisas em segredo.

Algumas coisas ainda nos prendem, umas muito mais a mim do que a ti.  Mas existem laços que não seram quebrados.

” Meu desejo, é que nem de tantos outros, poder voltar ao passado no qual já não me pertence.”

Permalink Deixe um Comentário

Le temps inaccessible.

Fevereiro 15, 2011 at 23:03 (Uncategorized)

Nascemos de fato, sem saber de muita coisa. A única coisa a qual temos certeza e reconhecemos é o colo e  o cheiro de nossa mãe, e é neles que acreditamos existir o mundo. Pouco a pouco vamos danos nossos primeiros passos, nossas primeiras palavras e vontades. Logo descobrimos que o mundo é bem maior que aquele doce e aconchegante colo.

No encaixe e no decorrer da vida, vamos aprendendo pequenas coisas, como ser independente, estudar, criar rumos e trajetos. Nestes percussos tropeçamos, caimos, levantamos e  encontramos diversas pessoas que se tornam parte de nossas vidas, algumas continuam e outras por algum motivo deixam de  fazer parte de nossas vidas.

O fato que o tempo é injusto, elas nos dá com uma mão e nos tira com outra. A questão é que o tempo passa e nós que não percebemos, e quando damos conta de si ele já passou. Vôou para bem longe, onde nossas mãos não chegam. A vida é injusta, e a velhice faz parte dela, não que isto seja algo inconstável mas não tem reverssão. Faz parte daquilo que já planejaram á nós, e não há como recorrer ou constestar,  só basta tentar aceitar e  viver .. lutar a cada momento  pelos seus sonhos, e fazer feliz  de alguma forma quem amamos e algo por aqueles que precisam. Tentar plantar algo que fique e dure muito mais que nós.

A vida é um jogo rápido, o qual temos algumas pistas, mas as quais não sabemos todas as regras, em meio a tantas o que podemos fazer é tentar criar estratégias.

” A vida passa diante dos meus olhos, junto com a minha história e por mais que eu tente agarra-la sei que muitos momentos jamais voltarão,  e o que restão além de lembranças é o medo e a certeza que tudo um dia vai acabar junto com você”.

A vida as vezes pode ser tão injusta.

Permalink Deixe um Comentário

Sinto saudades…

Fevereiro 8, 2011 at 23:11 (Uncategorized)

De um tempo que já não é mais meu. De um passado que já não me pertence. De alguns momentos que estão em algumas fotos sem resolução em um celular. e outras tantas na memórias.

Algumas lembranças, passam como um camêra lenta .. Algumas delas nos trazem a mesma sensação de como a vivemos da primeira vez. O lugar, o trajeto, a respiração, as mão suadas, a aceleração do coração, e até o vento que batia em nossas faces .Podiamos vezes jurar até sentir a mesma fragância daqueles momentos, os quais só nos reconhecemos  . De um tempo que já passou.

Já faz algum tempo…
Mas parece que foi ontem…

Permalink Deixe um Comentário

I believe. That dreams really can come true.

Fevereiro 3, 2011 at 23:39 (Uncategorized)

Acredito em sonhos, sempre acreditei. Também percebi que para os torna-lo realidade nem sempre é fácil. Mas se fosse, para que existiria a luta?

Se não de um vasto ato, se tudo fosse dado de mãos beijadas. A vida é constituida neles, na luta diária consigo mesmo, com o mundo  e com as diversidades. Aprendi que não existe impossibilidade, que para  tudo a uma saída, se não é de um jeito é de outro. Que as vezes só é preciso uma oportunidade. Eu estou em busca da minha, para realizar e lutar pelos meus sonhos, e dar oportunidades e chances aqueles que acreditam e que lutam como eu.

Eu acredito, e vou seguir acreditando sempre, que sonhos podem sim se tornar realidade!!!!

Permalink Deixe um Comentário

A imensidão de sentimentos.

Fevereiro 1, 2011 at 6:10 (Uncategorized)

Me via sem saida, foi assim que me enxergava alguns dias. Mas com o passar deles, muitas coisas mudou, a dor amenizou, a angústia deu um tempo, apesar do desânimo ter tomado conta de alguns outros setores. Me via pouco a pouco livre de alguns sentimentos, mas nem tantos dos meus pensamentos com alguns fatos.

O fato é que sempre tive meu sexto sentido quanto caracterizado com os acontecimentos, e já sabia o que ou quem estava por vim. Juro que já me via novamente ansiosa, mais uma vez voando alto.

Mas os fatos são outros, a história é outra, e por mais que o destino nos tenha cruzado outra vez, existe coisas mais fortes do que a gente. Então alguns olhares e algumas palavras bastam. Então não olhei para trás e deixei o partir outra vez.

Me contive, como todos aqueles pensamentos de novo como juros em um extrato, por mais que insistimos em pagar, ele sempre estará lá.  E volto a mesma estaca, não sonhar e ver que tudo não mudou.

E eu continuo vivendo.

Permalink Deixe um Comentário

Next page »

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.